Neve, Museus e Catedrais
Domingo, 5 de Março, 2006
A manhã de Domingo estava reservada para ir ao mercado de St. Sernin comprar uma bicicleta por 35€, mas quando me levanto (8h30) e abro a janela eis que me deparo com espectáculo raro nesta cidade: estava a nevar! Não era muita, mas a relva e os carros estavam cobertos de branco. Estava-se bem a ver o espectáculo dentro de casa, mas na rua estava muito vento e frio, de maneira que a nossa ida a St. Sernin ficou adiada.
A manhã de Domingo estava reservada para ir ao mercado de St. Sernin comprar uma bicicleta por 35€, mas quando me levanto (8h30) e abro a janela eis que me deparo com espectáculo raro nesta cidade: estava a nevar! Não era muita, mas a relva e os carros estavam cobertos de branco. Estava-se bem a ver o espectáculo dentro de casa, mas na rua estava muito vento e frio, de maneira que a nossa ida a St. Sernin ficou adiada.

Depois de uma ida ao McDonalds com 7 pessoas dentro do carro do Luis (chegámos tarde à cantina, ou seja depois das 13h00 - acham isto tarde?), a tarde estava reservada para uma visita aos museus e catedrais da cidade, uma vez que era o primeiro Domingo do mês de Março, ou seja, as entradas eram gratuitas. Uma vez que só eu e o Luís é que ainda andamos de férias, fomos só os 2 passear.
Começámos pela Catedral St. Etiènne, a maior da cidade, construída entre os séculos XI e XVII, ou seja, cerca de 600 anos para ser concluída. Diz-se que tal demora se deveu a rivalidades entre os estilos artísticos do Norte e do Midi e também devido à falta de fundos.


Vista lateral:

Vista frontal:

Daqui seguimos pela Rue de Metz rumo ao Musée des Augustins. Pelo caminho tirámos algumas fotos às ruas de tons rosados e com fachadas muito bonitas:




Este é o museu mais conhecido da cidade. Antigamente era o Convento dos Ermitas de St. Augustin, construído entre os séculos XIV e XV. No seu interior tem expostas muitas esculturas, pinturas, das quais pouco ou nada percebo para dar a minha opinião, apenas posso mencionar que estava lá exposto o quadro mais conhecido do pintor Toulouse-Lautrec, que por coincidência, ou não, do nome, era natural das redondezas de Toulouse (mais concretamente de Albi).
Continuando, fomos ao Convent des Jacobins, que dizem ser a casa mãe dos Dominicanos, ordem criada em Toulouse em 1215 com a missão de pregar o Evangelho e lutar contra a "heresia" dos Cátaros. O nome "Jacobins" vem do facto de a ordem ter um convento numa rua de Paris chamada Saint-Jacques (Jacques->Jacobins... tem tudo a ver, não?). A nave da catedral é enorme, muito alta e ampla, com pouca mobília no interior. Dá vertigens estar lá no meio! Fomos
enganados por uns espanhóis que nos venderam uns bilhetes (€2.5) para a exposição no interior da catedral, que afinal era gratuita... those bastards!


A seguir aos Jacobins fomos visitar o interior do Capitolium, onde já tinha estado no dia em que cheguei. Após uma visita rápida fomos ao Musée Saint-Raymond, onde estava patente uma exposição de bustos do século primeiro do Império Romano. Teve o seu interesse. Pelo caminho comemos um crepe bem quentinho, para tentar vencer duas adversidades: o frio imenso e a fome (que também era quase imensa).Para terminar a tarde, ainda houve tempo para visitar o interior da Catedral St. Sernin. Mais pequena do que as outras, também valeu a pena ser visitada. Só lamento por as pilhas da máquina fotográfica terem falhado...
À noite fomos a casa de um amigo brasileiro, o Artur, que foi connosco ver a cidade iluminada. É bonita, mas nada de fenomenal. Uma vez que era Domingo à noite, não se via alma viva na rua. Para terminar, eis a zona da ponte Neuf iluminada, a Pont St. Pièrre e a Dôme du Grave:




0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home